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Vacinação HPV Pós-Tratamento | Dr. Eduardo Cristófoli

Vacinação contra HPV em Londrina - Prevenção, Diagnóstico e Tratamento com Dr. Eduardo Cristófoli

Nota Técnica MS 32/2026

Vacinação contra o HPV após o tratamento de lesões no colo do útero.

O SUS agora garante a vacina contra o HPV para mulheres que realizaram cirurgias (como CAF ou Conização) para lesões de alto grau (NIC 2+ e AIS). Entenda por que essa é a estratégia definitiva para o seu bem-estar e segurança.

A Gravidade do HPV

O perigo silencioso por trás das lesões cervicais.

A infecção pelo papilomavírus humano (HPV) é um grave problema de saúde pública. Somente no Brasil, o câncer do colo do útero é o terceiro tumor mais incidente, com cerca de 17 mil novos casos e 7 mil óbitos anuais.

Destes casos, os genótipos oncogênicos (especialmente os tipos 16 e 18) são os grandes responsáveis por mais de 71% dos cânceres associados ao vírus. Eles geram as lesões precursoras de alto grau (NIC II, NIC III e AIS) que precisam de tratamento cirúrgico imediato.

570 mil

Novos casos anuais de câncer do colo do útero no mundo.

> 71%

Dos casos são causados diretamente pelos subtipos HPV 16 e 18.

17%

Risco de Persistência ou Retorno

Estudos demonstram que até 17% das mulheres submetidas a procedimentos excisionais (retirada da lesão) apresentam o retorno da doença ao longo do tempo.

Risco prolongado por mais de 25 anos após o tratamento inicial.

Por que a vacinação após a cirurgia é indispensável?

A cirurgia minimamente invasiva (como a Conização ou LEEP/CAF) é excelente para remover a lesão existente. No entanto, ela não elimina o vírus HPV do organismo da mulher.

Se a lesão voltar, procedimentos cirúrgicos repetidos no colo do útero aumentam drasticamente o risco de complicações severas no futuro, incluindo:

  • Prevenção do parto prematuro.
  • Prevenção de ruptura prematura de membranas.
  • Evita a estenose cervical (estreitamento do colo).

A vacinação atua como uma barreira preventiva definitiva, reduzindo drasticamente o risco da doença voltar.

Novas Diretrizes Oficiais

A Recomendação do Ministério da Saúde

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) incluiu esse público-alvo com base em evidências científicas irrefutáveis e experiências de sucesso absoluto em países como Espanha, Irlanda e Chile.

Para Quem?

Mulheres tratadas por lesões intraepiteliais cervicais de alto grau (NIC 2+ e AIS), independentemente da idade.

Qual o Esquema?

São administradas três doses (nos meses 0, 2 e 6). Idealmente, a primeira dose deve ocorrer no mesmo ano da cirurgia ou em até 12 meses após o tratamento.

Como Acessar?

Garantido nas unidades de vacinação do SUS, sendo obrigatória a apresentação de prescrição médica constando o diagnóstico correto (CID).

A sua jornada de cuidado em 4 passos

1

Diagnóstico Preciso

Através da Colposcopia e biópsia, avaliamos e confirmamos detalhadamente a presença de lesões de alto grau no colo do útero.

2

Tratamento Cirúrgico

Realização de cirurgia minimamente invasiva segura (como CAF, LEEP ou Conização) visando a remoção completa da lesão e preservação anatômica.

3

Avaliação e Prescrição

Em consulta pós-operatória de acompanhamento, o Dr. Eduardo avalia sua recuperação e emite o laudo e a receita médica específica (com CID) exigida pelo SUS.

Vacinação e Proteção Final

Com a documentação em mãos, você inicia o esquema vacinal (meses 0, 2 e 6) nas unidades de saúde, quebrando o ciclo do vírus e garantindo proteção duradoura.

Dr. Eduardo Cristófoli

"O tratamento do HPV não termina no centro cirúrgico. Unir a precisão da cirurgia minimamente invasiva à vacinação pós-tratamento nos permite oferecer não apenas a cura momentânea, mas uma proteção e tranquilidade duradouras para a vida das nossas pacientes."

Dr. Eduardo Cristófoli

CRM/PR 26.850 - RQE 3088

Especialista em Colposcopia, Patologia do Trato Genital Inferior, Oncoginecologia e Cirurgia Minimamente Invasiva (Hospital Sírio-Libanês).

Dúvidas Frequentes

A vacina trata a lesão que eu já tenho?
Não. A vacina atua de forma estritamente preventiva. É por isso que ela é indicada após o tratamento cirúrgico. A cirurgia remove a lesão e o tecido afetado atual, enquanto a vacina atua fortalecendo a imunidade contra novas infecções ou reativação do vírus no tecido sadio restante, reduzindo drasticamente a chance da lesão voltar.
Se eu já peguei HPV, por que devo vacinar?
A vacina atua em duas frentes: primeiro, ela vai proteger você contra reinfecções do mesmo subtipo que causou a sua lesão. Segundo, como existem vários subtipos oncogênicos (de alto risco), ela garantirá proteção ampla contra os outros subtipos perigosos que estão presentes na vacina e que você ainda não contraiu. Além disso, estudos mostram que a vacina impede que o vírus se dissemine para áreas adjacentes à lesão inicial.
Fiz minha cirurgia há mais de 2 anos, ainda tenho direito no SUS?
A recomendação técnica do Ministério da Saúde foca idealmente no mesmo ano do procedimento ou até 12 meses após, pois é a janela temporal onde o risco de recorrência imediata é mais crítico. Caso tenha passado mais tempo, é fundamental passar em consulta especializada. Vamos avaliar o seu caso, seu histórico e estruturar a melhor estratégia preventiva e de rastreamento atual para você.

Seu bem-estar e segurança em primeiro lugar

Dê o próximo passo. Agende sua consulta para avaliarmos seus exames, planejar seu acompanhamento com precisão e providenciar a documentação médica necessária.

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Dr. Eduardo Cristófoli

Saber escutar, ter empatia, respeito, transmitir segurança e conduzir soluções de forma integral é o que a paciente encontra em nosso atendimento.

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